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Como lidar com clientes difíceis

Como lidar com clientes difíceis


sexta-feira, 30 de março de 2012


Lidar com pacientes difíceis é uma tarefa que exige inteligência emocional, competência técnica e humana. Saber lidar com o ser humano é fundamental para uma equipe de clínicas médicas e odontológicas.

Todo profissional que trabalha com atendimento ao cliente, onde a relação humana faz parte da sua prestação de serviço, precisa se perguntar: Tenho competência humana para trabalhar na área de saúde? A resposta para esta pergunta vai definir se você tem ou não perfil para lidar com pessoas fragilizadas, inseguras, cheias de expectativas, entre outras características específicas desse tipo de cliente.

Clínicas médicas e odontológicas são negócios que necessitam que a equipe saiba lidar com pessoas, muitas vezes difíceis e com determinados comportamentos específicos desse segmento (saúde). Não podemos esquecer que o mais importante na área de saúde é a qualidade do fator humano (competência técnica e humana). O que vem depois serve apenas para fortalecer um atendimento de excelência.

Em qualquer negócio, independente de sua segmentação e público-alvo, há clientes mais difíceis de lidar. Na área médica e odontológica não é diferente, aliás, é muito comum existir clientes mais exigentes, especialmente diante das novas soluções de tratamento, novas tecnologias e uma concorrência que não pára de crescer. Contudo, estar integrado com a postura do cliente é primordial para conquistar a sua confiança e seu interesse diante da clínica ou consultório.

Existem diversos tipos de clientes difíceis. Cada um com características específicas e, todos têm um motivo para se comportarem dessa forma, basta saber como trabalhar com esse público para conquistá-lo e fidelizado.


Inseguro



A dificuldade de tomar decisões ou ainda de encontrar o caminho pelo qual deseja começar o tratamento é comum. Por isso, o profissional deve estar preparado para, ao se deparar com este perfil de cliente, apresentar opções de tratamentos de maneira planejada, clara e segura. Ter paciência e saber ouvir este paciente é importante para o sucesso da relação e realização do tratamento.



Fragilizado



Este cliente está fragilizado pelo fato de estar com dor ou algum problema de saúde/odontológico. É neste momento que você deve demonstrar todo o seu carinho e atenção por ele. Ofereça uma água, um suco, um café, converse com ele, demonstre seu desejo em ajudá-lo, agrade-o e conquiste-o. Mostre que a sua clínica ou consultório é diferente.



Exigente



Muitos acham esse cliente chato, mas na verdade ele é experto porque quer saber no que está investindo seu dinheiro (principalmente quando se trata de uma compra planejada). Ele precisa de dados, informação e você deve alimentar isso. Ele irá questionar tudo, então esteja bem preparado e responda. O importante é esclarecer todas as dúvidas, de uma forma honesta e transparente.



Disperso



Clientes difíceis são assim por motivos externos e particulares de cada indivíduo. A dispersão pode ser uma dessas causas. Clientes dispersos são aqueles que não têm um foco definido, querem fazer diversos tipos de tratamentos e tem dúvidas em inúmeros aspectos ao mesmo tempo, sem deixar o atendente explicar. Nesses casos, é preciso manter a calma e procurar equilibrar a conversa de forma cronológica, com indicações, observações, perguntas e respostas bem definidas e claras.



Sabe Tudo



Este cliente é aquele que já sabe tudo sobre os procedimentos que deseja realizar, pesquisou várias opiniões na internet e, já chega falando inclusive a marca dos produtos utilizados. É importante que o profissional tenha uma postura firme, passando o plano de tratamento com segurança, detalhando o que será realizado.



Barraqueiro



Este cliente adora discutir por tudo. Se a recepcionista fala que o profissional está atrasado, ele só falta engolir a inocente viva. São agressivos e provavelmente não estarão de acordo com qualquer coisa que você diga. Seu primeiro impulso será não estar de acordo e discutir, mas não se permita cair na armadilha. Siga as seguintes regras: fale suavemente. Peça sempre a opinião dele, foque nos pontos que estejam de acordo e conte 1, 2, 3,... 1.000!



Reclamão



O cliente reclamão está sempre insatisfeito, nada lhe agrada. O serviço não presta, os preços são altos, o horário é ruim… Não permita que este cliente o desanime. Assuma que isto é simplesmente parte de sua personalidade. Quando o reclamão habitual chama, tente separar as reclamações reais das falsas. Não fique na defensiva, não importa o que diga. Deixe-o falar. Se a reclamação for válida, tome os passos adequados para resolver o problema e, tal como o faria com qualquer outro cliente, desculpe-se pelos inconvenientes causados.



Poucos profissionais sabem lidar com clientes difíceis: aqueles que ligam para reclamar, que se dizem insatisfeitos com a clínica, etc. No entanto, se a sua clínica ou consultório conseguir o diferencial de saber reverter situações com esse tipo de cliente, ganhará muitos pontos frente à concorrência e conquistará cada vez mais pessoas.

Muitos sorrisos!
Read more... Postado por Nísia Teles às 17:25
Marcadores: Artigos   MARKENTISTA

Pós Graduação,em breve!

Púplico Alvo: Profissionais e acâdemicos do último ano.
          "Educação nunca foi despesa. Sempre foi investimento com retorno garantido"
                                                                                              Sir Arthur Lewis

UNIC Tangará da Serra recebe o Diretor Geral Rui Fava

No segundo semestre de 2011 tivemos a honra de receber em nossa instituição Unic Tangará da Serra  o Diretor Geral Rui Fava, para uma palestra educacional e lançamento de seu livro. O mesmo finalizou falando dos novos investimentos e aprimoramento educacional para com as unidades do grupo .



ORAL III, 7º SEM.: Modelos de prótese parcial...

Vídeo Aula: Abertura de Molar Superior











Abertas as inscrições para o II Concurso Opallis


Curitiba, 13/02/2012 – A FGM Produtos Odontológicos lança a segunda edição

 do concurso nacional Opallis. Voltado para profissionais, estudantes e

 cursos de odontologia das Universidades brasileiras, o concurso busca a

 excelência no uso da resina Opallis, por meio do desenvolvimento de novas

 técnicas de manuseio e, principalmente, reconhecer o esforços dos

 profissionais e estudantes.

 Entre as prêmios da segunda edição estão 3 notebooks, 1 IPad, 2 IPhones, 1

 Equipo e um ano de produtos FGM para a Universidade do primeiro colocado da

 categoria acadêmica. Os casos clínicos vencedores também serão publicados na

 revista FGM News, produzida pela companhia, com tiragens em português,

 espanhol e inglês.

 Para participar basta se inscrever pelo site www.fgm.ind.br/concursoopallis

 até o dia 30 de maio de 2012 e desenvolver um caso clínico com até 10 fotos.

 O prazo limite para postar o trabalho no site é até o dia 15 de julho de

2012.

 Para saber mais informações e conferir o regulamento completo, basta visitar

 o site do concurso: www.fgm.ind.br/concursoopallis.

Atuação reconhecida

A fase do patinho feio

Sabe aquela história de um patinho que era diferente dos irmãozinhos, todo desengonçado, criticado por todos à sua volta, e que acabou virando um cisne que, de tão belo, conquistou a admiração de todos? Pois é. Serviu de inspiração para descrevermos uma fase importante na vida da criançada: a troca dos dentes.

Chamamos de fase do patinho feio o período em que a criança está trocando os dentes de leite pelos permanentes. Nessa época, aquela boquinha toda bonitinha que encantou papais, mamães e vovós passa por uma verdadeira transformação. São pequenos dentes de leite convivendo com dentes permanentes enormes, que parecem desproporcionais ao tamanho da boca da criança. Sem contar os espaços entre um dentão e outro, fora que um ou outro pode nascer meio tortinho.

E é justamente nessa fase que muitos pais e mães se assustam e acabam levando seus pequenos “patinhos feios” ao dentista, procurando uma solução para o tal “problema”. E aí, o que fazer?

Antes de mais nada, é preciso deixar bem claro de que esta é uma fase normal no desenvolvimento da criança. Os dentes permanentes são de 2 a 3 vezes maiores do que os dentes de leite. Como a criança ainda está no meio do processo de crescimento e desenvolvimento, ela ainda não tem espaço suficiente para comportar todos os dentes na boca. Mas calma! A boquinha dela ainda vai crescer!

Por outro lado, a avaliação e o acompanhamento do dentista nessa fase é importante para decidirmos – se necessário for – qual a melhor época para a criança começar a usar um aparelho.

A grande queixa dos pais é em relação à posição dos incisivos superiores (os 4 da frente) que, geralmente, estão espaçados entre si. Querem, muitas vezes a qualquer custo, fechar os espaços e deixar todos os dentes alinhados. Muita calma nessa hora! Colocar um aparelho para corrigir esses dentes, nessa fase, requer muito planejamento e cuidado, pois ele pode atrapalhar o desenvolvimento dos caninos (as presas) lá dentro do osso. Vale sempre lembrar que este “mau posicionamento” dos dentes é passageiro e, quando necessário, requer o acompanhamento periódico por parte do profissional.

De qualquer forma, não deixe de levar o (a)  patinho (a) ao dentista! Tenho a certeza de que, sob orientação adequada, ele (a) vai sorrir como um cisne logo, logo!

Fonte: Tio Dentista

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